JORNALISMO SEM MAQUIAGEM Adriano..Rodrigues
sábado, 11 de setembro de 2010
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Novo sítio arqueológico é descoberto durante expedição de programa do Ceste
Durante uma expedição do programa ambiental de Prospecção, Salvamento/Resgate Arqueológico e Valorização do Patrimônio Histórico, Cultural e Paisagístico, realizada na área de abrangência da Usina Hidrelétrica Estreito (UHE-Estreito), foi identificado um novo sítio arqueológico chamado de Abrigo Santa Helena, que possivelmente é a primeira área de sepultamentos históricos.
No local também foram encontrados quatro recipientes intactos, que podem ser urnas funerárias. Este é mais um importante resultado do trabalho de resgate arqueológico promovido pelo Consórcio Estreito Energia (Ceste) nos 12 municípios alcançados pelo empreendimento, através do Núcleo Tocantinense de Arqueologia (Nuta), da Fundação Universidade do Tocantins (Unitins),
Localizado na Ilha dos Campos, entre os municípios de Darcinópolis (TO) e Estreito (MA), o sítio fica em área de difícil acesso. Talvez, por isso, tenha sido possível encontrar ali os quatro recipientes inteiros (inclusive com tampas), cobertos por uma fina camada de sedimentos (areia), a cerca de 10 cm de profundidade e sem o que os pesquisadores chamam de “perturbações antrópicas”, ou seja, circulação de pessoas.
“Pela localização da ilha, se tivesse havido a presença do homem, todas as informações que estamos colhendo aqui teriam sido perdidas e hoje não teríamos um sítio como este na área”, comenta a arqueóloga do Nuta, Loriza Dantas.
A pesquisadora assegura que o espaço localizado na área de abrangência da Usina de Estreito é importante no contexto nacional da arqueologia, especialmente para se conhecer um pouco mais sobre os grupos que habitaram a região.
“A gente não tem certeza, mas há vestígios de que ali foi uma área de sepultamentos, por conta de indícios de restos humanos encontrados”, acentua Loriza Dantas. Ela acrescenta que ainda não é possível precisar à qual data ou período remete o achado e que todo o material coletado será encaminhado ao laboratório do Nuta. “É lá, inclusive, que serão feitas as exumações dos recipientes”, destaca.
O gerente de Meio Ambiente do Ceste, Sérgio Larizzatti, afirma que tem sido de extrema relevância este trabalho de pesquisa realizado pelo Consórcio Estreito Energia. “Tais descobertas nos ajudam a conhecer e resgatar a nossa própria história. E o que o Ceste está fazendo é salvaguardar tais descobertas e torná-las acessíveis a todos”.
Emoção – Durante as expedições e descobertas, um grupo de trabalhadores vivencia emoções diferentes. São moradores da área, que hoje estão dando importante contribuição à história.
“Nunca imaginei em participar de um trabalho assim. Cada descoberta é muito interessante. Só via mesmo isso em filmes e hoje até me sinto estimulado a fazer uma faculdade na área”, diz Fabiano Silva, morador de Carolina, contratado para atuar como assistente técnico da equipe.
Pedro da Conceição, que antes de integrar a equipe de assistência técnica do projeto trabalhava como guia turístico na região, diz que também sente-se emocionado por conta do trabalho que está desempenhando. “Não tinha ideia do que ia acontecer. Agora estou vivenciando a história, o que é muito prazeroso”, garante.
Todo o material descoberto durante a execução dos Programas Ambientais de Prospecção, Salvamento/Resgate Arqueológico e Valorização do Patrimônio Histórico, Cultural e Paisagístico da área de abrangência da UHE Estreito é registrado no Cadastro Nacional de Sítios Arqueológicos, o banco de dados do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e na Unitins.
Durante uma expedição do programa ambiental de Prospecção, Salvamento/Resgate Arqueológico e Valorização do Patrimônio Histórico, Cultural e Paisagístico, realizada na área de abrangência da Usina Hidrelétrica Estreito (UHE-Estreito), foi identificado um novo sítio arqueológico chamado de Abrigo Santa Helena, que possivelmente é a primeira área de sepultamentos históricos.
No local também foram encontrados quatro recipientes intactos, que podem ser urnas funerárias. Este é mais um importante resultado do trabalho de resgate arqueológico promovido pelo Consórcio Estreito Energia (Ceste) nos 12 municípios alcançados pelo empreendimento, através do Núcleo Tocantinense de Arqueologia (Nuta), da Fundação Universidade do Tocantins (Unitins),
Localizado na Ilha dos Campos, entre os municípios de Darcinópolis (TO) e Estreito (MA), o sítio fica em área de difícil acesso. Talvez, por isso, tenha sido possível encontrar ali os quatro recipientes inteiros (inclusive com tampas), cobertos por uma fina camada de sedimentos (areia), a cerca de 10 cm de profundidade e sem o que os pesquisadores chamam de “perturbações antrópicas”, ou seja, circulação de pessoas.
“Pela localização da ilha, se tivesse havido a presença do homem, todas as informações que estamos colhendo aqui teriam sido perdidas e hoje não teríamos um sítio como este na área”, comenta a arqueóloga do Nuta, Loriza Dantas.
A pesquisadora assegura que o espaço localizado na área de abrangência da Usina de Estreito é importante no contexto nacional da arqueologia, especialmente para se conhecer um pouco mais sobre os grupos que habitaram a região.
“A gente não tem certeza, mas há vestígios de que ali foi uma área de sepultamentos, por conta de indícios de restos humanos encontrados”, acentua Loriza Dantas. Ela acrescenta que ainda não é possível precisar à qual data ou período remete o achado e que todo o material coletado será encaminhado ao laboratório do Nuta. “É lá, inclusive, que serão feitas as exumações dos recipientes”, destaca.
O gerente de Meio Ambiente do Ceste, Sérgio Larizzatti, afirma que tem sido de extrema relevância este trabalho de pesquisa realizado pelo Consórcio Estreito Energia. “Tais descobertas nos ajudam a conhecer e resgatar a nossa própria história. E o que o Ceste está fazendo é salvaguardar tais descobertas e torná-las acessíveis a todos”.
Emoção – Durante as expedições e descobertas, um grupo de trabalhadores vivencia emoções diferentes. São moradores da área, que hoje estão dando importante contribuição à história.
“Nunca imaginei em participar de um trabalho assim. Cada descoberta é muito interessante. Só via mesmo isso em filmes e hoje até me sinto estimulado a fazer uma faculdade na área”, diz Fabiano Silva, morador de Carolina, contratado para atuar como assistente técnico da equipe.
Pedro da Conceição, que antes de integrar a equipe de assistência técnica do projeto trabalhava como guia turístico na região, diz que também sente-se emocionado por conta do trabalho que está desempenhando. “Não tinha ideia do que ia acontecer. Agora estou vivenciando a história, o que é muito prazeroso”, garante.
Todo o material descoberto durante a execução dos Programas Ambientais de Prospecção, Salvamento/Resgate Arqueológico e Valorização do Patrimônio Histórico, Cultural e Paisagístico da área de abrangência da UHE Estreito é registrado no Cadastro Nacional de Sítios Arqueológicos, o banco de dados do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e na Unitins.
No local também foram encontrados quatro recipientes intactos, que podem ser urnas funerárias. Este é mais um importante resultado do trabalho de resgate arqueológico promovido pelo Consórcio Estreito Energia (Ceste) nos 12 municípios alcançados pelo empreendimento, através do Núcleo Tocantinense de Arqueologia (Nuta), da Fundação Universidade do Tocantins (Unitins),
Localizado na Ilha dos Campos, entre os municípios de Darcinópolis (TO) e Estreito (MA), o sítio fica em área de difícil acesso. Talvez, por isso, tenha sido possível encontrar ali os quatro recipientes inteiros (inclusive com tampas), cobertos por uma fina camada de sedimentos (areia), a cerca de 10 cm de profundidade e sem o que os pesquisadores chamam de “perturbações antrópicas”, ou seja, circulação de pessoas.
“Pela localização da ilha, se tivesse havido a presença do homem, todas as informações que estamos colhendo aqui teriam sido perdidas e hoje não teríamos um sítio como este na área”, comenta a arqueóloga do Nuta, Loriza Dantas.
A pesquisadora assegura que o espaço localizado na área de abrangência da Usina de Estreito é importante no contexto nacional da arqueologia, especialmente para se conhecer um pouco mais sobre os grupos que habitaram a região.
“A gente não tem certeza, mas há vestígios de que ali foi uma área de sepultamentos, por conta de indícios de restos humanos encontrados”, acentua Loriza Dantas. Ela acrescenta que ainda não é possível precisar à qual data ou período remete o achado e que todo o material coletado será encaminhado ao laboratório do Nuta. “É lá, inclusive, que serão feitas as exumações dos recipientes”, destaca.
O gerente de Meio Ambiente do Ceste, Sérgio Larizzatti, afirma que tem sido de extrema relevância este trabalho de pesquisa realizado pelo Consórcio Estreito Energia. “Tais descobertas nos ajudam a conhecer e resgatar a nossa própria história. E o que o Ceste está fazendo é salvaguardar tais descobertas e torná-las acessíveis a todos”.
Emoção – Durante as expedições e descobertas, um grupo de trabalhadores vivencia emoções diferentes. São moradores da área, que hoje estão dando importante contribuição à história.
“Nunca imaginei em participar de um trabalho assim. Cada descoberta é muito interessante. Só via mesmo isso em filmes e hoje até me sinto estimulado a fazer uma faculdade na área”, diz Fabiano Silva, morador de Carolina, contratado para atuar como assistente técnico da equipe.
Pedro da Conceição, que antes de integrar a equipe de assistência técnica do projeto trabalhava como guia turístico na região, diz que também sente-se emocionado por conta do trabalho que está desempenhando. “Não tinha ideia do que ia acontecer. Agora estou vivenciando a história, o que é muito prazeroso”, garante.
Todo o material descoberto durante a execução dos Programas Ambientais de Prospecção, Salvamento/Resgate Arqueológico e Valorização do Patrimônio Histórico, Cultural e Paisagístico da área de abrangência da UHE Estreito é registrado no Cadastro Nacional de Sítios Arqueológicos, o banco de dados do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e na Unitins.
Polícia investiga a morte de detento na Penitenciária de Pedrinhas
A Secretaria Adjunta de Administração Penitenciária (SAAP) já instaurou procedimento administrativo para investigar e identificar os autores e a motivação do assassinato do detento Alex dos Santos Boaes, 28 anos.
O corpo foi encontrado pelos agentes penitenciários num corredor do Pavilhão 2, em um trabalho rotineiro de revista, na manhã desta quinta-feira (5) na Penitenciária de Pedrinhas. Segundo informações, o crime deve ter ocorrido no início da manhã.
Alex Boaes respondia pelo crime de roubo, e havia sido transferido na última quarta-feira (3) da Casa de Detenção (Cadet) para a Penitenciária de Pedrinhas, devido à mudança no regime de cumprimento da pena, que passou do fechado para o semi-aberto.
A ocorrência foi registrada no 12ª Delegacia Policial, no bairro no Distrito Industrial, que também já abriu inquérito criminal para elucidar o fato. Nesse momento está tomando vários depoimentos, inclusive já existem nomes de suspeitos no envolvimento do crime.
O corpo foi encontrado pelos agentes penitenciários num corredor do Pavilhão 2, em um trabalho rotineiro de revista, na manhã desta quinta-feira (5) na Penitenciária de Pedrinhas. Segundo informações, o crime deve ter ocorrido no início da manhã.
Alex Boaes respondia pelo crime de roubo, e havia sido transferido na última quarta-feira (3) da Casa de Detenção (Cadet) para a Penitenciária de Pedrinhas, devido à mudança no regime de cumprimento da pena, que passou do fechado para o semi-aberto.
A ocorrência foi registrada no 12ª Delegacia Policial, no bairro no Distrito Industrial, que também já abriu inquérito criminal para elucidar o fato. Nesse momento está tomando vários depoimentos, inclusive já existem nomes de suspeitos no envolvimento do crime.
Homem abusa de enteada na Forquilha
Outro caso de abuso sexual contra crianças foi registrado em São Luís. Desta vez o palco para o show de horrores foi o bairro da Forquilha. Jorge Henrique Dias Vieira Filho, o “Marcão” foi preso depois de ter sido denunciado pela companheira de estar abusando sexualmente a enteada de apenas três anos.
A descoberta da violência sexual ocorreu depois que a mãe da menina percebeu uma mudança comportamental nas atitudes da criança. Desconfiada do companheiro ela decidiu levar a garota para a casa de uma vizinha, onde a menina revelou estar sofrendo constantes abusos. Revoltada com a situação a mãe da menor levou-a até a casa da tia enquanto avisava a polícia e os moradores do bairro.
O ‘taradão’ estava despreocupado e no começo da noite resolveu sair de casa para dar uma volta, momento em que foi surpreendido por uma multidão enfurecida, que a base de pedras, paus, socos e pontapés o agrediram. A Polícia Militar chegou a tempo de salvar a vida do criminoso, que foi levado para o Plantão do Cohatrac, lugar onde foi autuado em flagrante por abuso de incapaz.
O caso será investigado pela Delegacia de Proteção a Criança e ao Adolescente (Dpca). Jorge Henrique foi levado para o Centro de Triagem de Pedrinhas, onde vai ficar até a realização do julgamento.
A descoberta da violência sexual ocorreu depois que a mãe da menina percebeu uma mudança comportamental nas atitudes da criança. Desconfiada do companheiro ela decidiu levar a garota para a casa de uma vizinha, onde a menina revelou estar sofrendo constantes abusos. Revoltada com a situação a mãe da menor levou-a até a casa da tia enquanto avisava a polícia e os moradores do bairro.
O ‘taradão’ estava despreocupado e no começo da noite resolveu sair de casa para dar uma volta, momento em que foi surpreendido por uma multidão enfurecida, que a base de pedras, paus, socos e pontapés o agrediram. A Polícia Militar chegou a tempo de salvar a vida do criminoso, que foi levado para o Plantão do Cohatrac, lugar onde foi autuado em flagrante por abuso de incapaz.
O caso será investigado pela Delegacia de Proteção a Criança e ao Adolescente (Dpca). Jorge Henrique foi levado para o Centro de Triagem de Pedrinhas, onde vai ficar até a realização do julgamento.
Telefonia Anatel aumenta espaço de frequência destinado a serviço móvel
Agência Brasil
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) anunciou nesta quinta-feira, 5, uma mudança na divisão do espectro de radiofrequência para aumentar o espaço destinado ao serviço móvel, como transmissão de voz, imagem e banda larga.
A ideia é destinar, por meio de licitação, parte da frequência de 2,5 gigahertz (Ghz), que atualmente é usada apenas pelo serviço de TV por assinatura via micro-ondas (MMDS), a empresas de telefonia. Dos 190 megahertz que são usados atualmente pelo serviço MMDS, 140 megahertz serão destinados prioritariamente às operações móveis.
Os estados e municípios poderão usar 15 megahertz dessa faixa para programas de inclusão digital, onde não haja empresas funcionando.
O edital de licitação será encaminhado a consulta pública até 30 de novembro deste ano e publicado até o fim de setembro do ano que vem. A homologação do resultado da licitação deve ocorrer em junho de 2012 e as autorizações para o funcionamento das empresas deve ocorrer até dezembro de 2012.
O conselheiro da Anatel, João Rezende, explica que o objetivo da agência, ao remanejar esse espectro, é fazer frente à crescente demanda de serviços móveis, que inclui a banda larga móvel, e para atender à expansão do serviço móvel de quarta geração, inclusive por causa da demanda de eventos como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016.
Segundo o presidente da Anatel, Ronaldo Sardenberg, a decisão está alinhada com o Plano Nacional de Banda Larga, que reforçou a necessidade de ampliar a infraestrutura e a oferta do serviço no Brasil. “Esperamos que a nova configuração dessa faixa estimule a realização de novos investimentos e incremente a competição no setor”, disse Sardenberg.
Os estados e municípios poderão usar 15 megahertz dessa faixa para programas de inclusão digital, onde não haja empresas funcionando.
O edital de licitação será encaminhado a consulta pública até 30 de novembro deste ano e publicado até o fim de setembro do ano que vem. A homologação do resultado da licitação deve ocorrer em junho de 2012 e as autorizações para o funcionamento das empresas deve ocorrer até dezembro de 2012.
O conselheiro da Anatel, João Rezende, explica que o objetivo da agência, ao remanejar esse espectro, é fazer frente à crescente demanda de serviços móveis, que inclui a banda larga móvel, e para atender à expansão do serviço móvel de quarta geração, inclusive por causa da demanda de eventos como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016.
Segundo o presidente da Anatel, Ronaldo Sardenberg, a decisão está alinhada com o Plano Nacional de Banda Larga, que reforçou a necessidade de ampliar a infraestrutura e a oferta do serviço no Brasil. “Esperamos que a nova configuração dessa faixa estimule a realização de novos investimentos e incremente a competição no setor”, disse Sardenberg.
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