Camilla Andrade
A reunião entre a Secretaria Municipal de Administração (Semad) e os representantes do Sindicato dos Professores do Município de São Luís (Sindeducação) realizada na Escola de Governo do Município chegou ao fim por volta das 21hs. O encontro durou 4hs e pode ter marcado o fim da greve dos professores municipais.
A presidente do Sindeducação, Lindalva Bastista, disse com exclusividade a O Imparcial Online que as negociações com a Semad evoluíram bastante e que quase todos os itens da lista de reivindicações foram atendidos.
O único tópico da lista não aceito pela Semad foi o aumento pedido pelos professores relativo a 15,94%. Antes os professores exigiam o reajuste salarial de 27,5%. Na semana passada, o percentual reivindicado caiu para 15,94%, mas a Semad estipulou somente 8%.
Uma assembléia será realizada às 9h deste sábado (31) na sede do Sindeducação onde as propostas feitas pela Semad serão discutidas.
Caso a categoria concorde com o posicionamento da Prefeitura a greve pode terminar e as aulas terão início já na próxima segunda-feira (2).
quarta-feira, 28 de julho de 2010
A favor da legalização do aborto, da maconha e do casamento gay
Agência Brasil
A legalização do aborto, a liberação do uso da maconha e o reconhecimento do casamento de pessoas do mesmo sexo foram defendidos hoje (27) pelo candidato do P-SOL à Presidência da República, Plínio Sampaio.
Na opinião do candidato, as mulheres devem ter o direito de decidir sobre a interrupção da gravidez, e a legalização do aborto acabaria com as mortes causadas pela prática realizada de maneira clandestina.
Sobre a maconha, Plínio Sampaio entende que a legalização da droga, que passaria ter o controle estatal, seria uma forma de combater a violência gerada pelo tráfico.
A união civil de pessoas do mesmo sexo foi apontada por ele como legítima. O candidato ressaltou, no entanto, que o casamento gay deve ser separado das questões religiosas.
Plínio não acha que deverá ter problemas para aprovar essas propostas no Congresso, porque a sua eleição também significaria a eleição de um número grande de parlamentares federais do partido.
“O pressuposto de uma vitória do P-SOL é que a gente tenha uma maioria no Congresso”, afirmou.
Caso a maioria na Câmara e o Senado não ocorra, se eleito, o candidato disse que apelaria para que a população pressionasse os parlamentares.
“Mesmo não tendo [maioria], há um outro recurso: o recurso à população. Dialogar com a população e fazer a população pressionar o Congresso”.
A legalização do aborto, a liberação do uso da maconha e o reconhecimento do casamento de pessoas do mesmo sexo foram defendidos hoje (27) pelo candidato do P-SOL à Presidência da República, Plínio Sampaio.
Na opinião do candidato, as mulheres devem ter o direito de decidir sobre a interrupção da gravidez, e a legalização do aborto acabaria com as mortes causadas pela prática realizada de maneira clandestina.
Sobre a maconha, Plínio Sampaio entende que a legalização da droga, que passaria ter o controle estatal, seria uma forma de combater a violência gerada pelo tráfico.
A união civil de pessoas do mesmo sexo foi apontada por ele como legítima. O candidato ressaltou, no entanto, que o casamento gay deve ser separado das questões religiosas.
Plínio não acha que deverá ter problemas para aprovar essas propostas no Congresso, porque a sua eleição também significaria a eleição de um número grande de parlamentares federais do partido.
“O pressuposto de uma vitória do P-SOL é que a gente tenha uma maioria no Congresso”, afirmou.
Caso a maioria na Câmara e o Senado não ocorra, se eleito, o candidato disse que apelaria para que a população pressionasse os parlamentares.
“Mesmo não tendo [maioria], há um outro recurso: o recurso à população. Dialogar com a população e fazer a população pressionar o Congresso”.
Mundo Colômbia decretará emergência social na fronteira com Venezuela
O Globo
A Colômbia informou nesta terça-feira que decretará estado de emergência social na região fronteiriça com a Venezuela. O governo emitirá medidas de caráter extraordinário para ajudar milhares de pessoas atingidas pela crise diplomática entre ambos os países.
O presidente colombiano, Álvaro Uribe, disse a jornalistas que irá reunir seus ministros para decretar a eliminação temporária da cobrança do Imposto sobre Valor Agregado (IVA) sobre produtos têxteis, de vestuário e calçados.
O estado de emergência social pretende beneficiar especialmente o departamento de Norte de Santander, o mais habitado na região fronteiriça, assim como os de Guajira e Arauca.
Uribe disse que suavizará os requisitos para constituir zonas francas, ou seja, áreas nas quais empresários podem fundar empresas e se beneficiar do pagamento de impostos muito mais reduzidos que no resto do país.
"Tenho fé, gostaria de antecipar a vocês, o governo está trabalhando desde a semana passada e acho que está tudo pronto para decretá-lo", disse o mandatário.
A Venezuela rompeu na semana passada as relações diplomáticas com a Colômbia em reação à denuncia de Bogotá de que Caracas estaria abrigando 1.500 guerrilheiros em seu território, com a aparente tolerância do governo do presidente Hugo Chávez.
A Colômbia informou nesta terça-feira que decretará estado de emergência social na região fronteiriça com a Venezuela. O governo emitirá medidas de caráter extraordinário para ajudar milhares de pessoas atingidas pela crise diplomática entre ambos os países.
O presidente colombiano, Álvaro Uribe, disse a jornalistas que irá reunir seus ministros para decretar a eliminação temporária da cobrança do Imposto sobre Valor Agregado (IVA) sobre produtos têxteis, de vestuário e calçados.
O estado de emergência social pretende beneficiar especialmente o departamento de Norte de Santander, o mais habitado na região fronteiriça, assim como os de Guajira e Arauca.
Uribe disse que suavizará os requisitos para constituir zonas francas, ou seja, áreas nas quais empresários podem fundar empresas e se beneficiar do pagamento de impostos muito mais reduzidos que no resto do país.
"Tenho fé, gostaria de antecipar a vocês, o governo está trabalhando desde a semana passada e acho que está tudo pronto para decretá-lo", disse o mandatário.
A Venezuela rompeu na semana passada as relações diplomáticas com a Colômbia em reação à denuncia de Bogotá de que Caracas estaria abrigando 1.500 guerrilheiros em seu território, com a aparente tolerância do governo do presidente Hugo Chávez.
Ex-inspetor de armas da Onu diz que guerra do Iraque 'foi ilegal'
O Globo
O ex-chefe dos inspetores de armas da ONU (Organização das Nações Unidas) Hans Blix disse nesta terça-feira acreditar que a invasão do Iraque em 2003 foi ilegal.
"Tenho uma opinião sólida de que a Guerra do Iraque foi illegal. Existem casos em que, mesmo com uma margem de dúvida, pode ser possível fazer guerra", disse ele
"Mas na minha opinião, o conflito no Iraque não foi um destes casos."
As declarações foram feitas durante depoimento ao inquérito Chilcot, que investiga as decisões tomadas antes e depois do início das operações militares britânicas no Iraque.
Sinceridade
Blix diz que entre o final de 2002 e março de 2003, pouco antes da invasão liderada pelos EUA, sua equipe realizou cerca de 700 inspeções em 500 locais e não encontrou evidências sólidas de armas de destruição em massa.
"Está claro que uma segunda resolução era necessária", diz ele referindo-se a aprovação do conflito pelo Conselho de Segurança da ONU.
Blix diz acreditar que o governo americano de George W. Bush estava determinado a adotar uma solução militar para resolver crises internacionais.
"Eles acreditavam que conseguiriam fazer isso e, portanto, era desejável faze-lo", disse ele.
Ele diz pensar que, na época, tanto o premiê britânico Tony Blair e o presidente americano George W. Bush acreditavam que o Iraque representava uma ameaça.
"Acredito que ele (Blair) era absolutamente sincero nas suas crenças. O que questiono foram seus julgamentos", disse ele.
As conclusões do inquérito devem ser divulgadas até o final do ano.
O ex-chefe dos inspetores de armas da ONU (Organização das Nações Unidas) Hans Blix disse nesta terça-feira acreditar que a invasão do Iraque em 2003 foi ilegal.
"Tenho uma opinião sólida de que a Guerra do Iraque foi illegal. Existem casos em que, mesmo com uma margem de dúvida, pode ser possível fazer guerra", disse ele
"Mas na minha opinião, o conflito no Iraque não foi um destes casos."
As declarações foram feitas durante depoimento ao inquérito Chilcot, que investiga as decisões tomadas antes e depois do início das operações militares britânicas no Iraque.
Sinceridade
Blix diz que entre o final de 2002 e março de 2003, pouco antes da invasão liderada pelos EUA, sua equipe realizou cerca de 700 inspeções em 500 locais e não encontrou evidências sólidas de armas de destruição em massa.
"Está claro que uma segunda resolução era necessária", diz ele referindo-se a aprovação do conflito pelo Conselho de Segurança da ONU.
Blix diz acreditar que o governo americano de George W. Bush estava determinado a adotar uma solução militar para resolver crises internacionais.
"Eles acreditavam que conseguiriam fazer isso e, portanto, era desejável faze-lo", disse ele.
Ele diz pensar que, na época, tanto o premiê britânico Tony Blair e o presidente americano George W. Bush acreditavam que o Iraque representava uma ameaça.
"Acredito que ele (Blair) era absolutamente sincero nas suas crenças. O que questiono foram seus julgamentos", disse ele.
As conclusões do inquérito devem ser divulgadas até o final do ano.
Jogar lixo na rua agora rende multa de R$ 12 mil
O Globo
Entrou em vigor nesta terça-feira a lei que aumenta - e muito - a multa para quem joga entulho nas calçadas ou ruas da cidade de São Paulo.
O valor passou de R$ 500 para R$ 12 mil. O carro usado no despejo ilegal pode ser apreendido. E até a Polícia Militar foi convocada para a guerra contra a sujeira.
"Eles só jogam (lixo na rua) de madrugada", diz o funcionário de limpeza urbana Antônio Silva.
As calçadas de São Paulo vivem cheias de sujeira, atrapalhando a passagem dos pedestres.
"É para que haja uma conscientização da população no sentido de ela enxergar o quanto é ruim pra cidade o despejo de entulho, colaborando para que haja mais pontos de alagamento. E sirva de alerta: se não for pela conscientização, seja peja penalização", disse o prefeito Gilberto Kassab.
A orientação da Prefeitura é que o entulho seja levado para um dos 36 ecopontos espalhados pela cidade.
Por dia, cada pessoa pode descarregar um metro cúbico de entulho, o que equivale a uma caixa d´água de mil litros cheia de restos de material de construção.
A mesma lei também aumentou o valor da multa para a empresa de água, energia ou eletricidade que fizer buracos no chão e não deixar tudo tapado, do jeito que era antes. O valor é de R$ 2 mil por metro quadrado de remendo mal feito.
Entrou em vigor nesta terça-feira a lei que aumenta - e muito - a multa para quem joga entulho nas calçadas ou ruas da cidade de São Paulo.
O valor passou de R$ 500 para R$ 12 mil. O carro usado no despejo ilegal pode ser apreendido. E até a Polícia Militar foi convocada para a guerra contra a sujeira.
"Eles só jogam (lixo na rua) de madrugada", diz o funcionário de limpeza urbana Antônio Silva.
As calçadas de São Paulo vivem cheias de sujeira, atrapalhando a passagem dos pedestres.
"É para que haja uma conscientização da população no sentido de ela enxergar o quanto é ruim pra cidade o despejo de entulho, colaborando para que haja mais pontos de alagamento. E sirva de alerta: se não for pela conscientização, seja peja penalização", disse o prefeito Gilberto Kassab.
A orientação da Prefeitura é que o entulho seja levado para um dos 36 ecopontos espalhados pela cidade.
Por dia, cada pessoa pode descarregar um metro cúbico de entulho, o que equivale a uma caixa d´água de mil litros cheia de restos de material de construção.
A mesma lei também aumentou o valor da multa para a empresa de água, energia ou eletricidade que fizer buracos no chão e não deixar tudo tapado, do jeito que era antes. O valor é de R$ 2 mil por metro quadrado de remendo mal feito.
Justiça nega transferência de Suzane Von Rochthofen para Ressocialização
O Globo
A juíza Sueli Zeraik de Oliveira Armani, da 1a Vara de Execuções Criminais de Taubaté negou a transferência de Suzane Von Richthofen para um Centro de Ressocialização.
A jovem foi condenada em 2006 a 39 anos de reclusão, em regime fechado, pelo assassinato dos pais, Manfred e Marísia von Richthofen, em 2002.
Desde 2007 Suzane está presa na Penitenciária Feminina de Tremembé, a 140 km de São Paulo, mesmo local se encontra presa Anna Carolina Jatobá, madrasta da menina Isabella Nardoni.
O pedido de transferência foi protocolado em maio pelo advogado da jovem, Denivaldo Barni, e na última semana o Ministério Público deu parecer favorável.
Barni sustenta que ela preenche o perfil para ser transferida para um Centro de Ressocialização, onde já esteve anteriormente.
No pedido, o defensor diz ainda que a jovem está "sofrendo constrangimento ilegal porque vem sendo mantida em unidade prisional incompatível com sua aptidão."
Na decisão, a juíza salienta que é desfavorável à transferência pois "não há violência ou coação na liberdade de locomoção" da jovem e que o fato dela apresentar bom comportamento, como argumenta a defesa de Suzane, "não lhe confere direito à pretendida transferência, já que para tanto outros requisitos são necessários."
A juíza Sueli Zeraik de Oliveira Armani, da 1a Vara de Execuções Criminais de Taubaté negou a transferência de Suzane Von Richthofen para um Centro de Ressocialização.
A jovem foi condenada em 2006 a 39 anos de reclusão, em regime fechado, pelo assassinato dos pais, Manfred e Marísia von Richthofen, em 2002.
Desde 2007 Suzane está presa na Penitenciária Feminina de Tremembé, a 140 km de São Paulo, mesmo local se encontra presa Anna Carolina Jatobá, madrasta da menina Isabella Nardoni.
O pedido de transferência foi protocolado em maio pelo advogado da jovem, Denivaldo Barni, e na última semana o Ministério Público deu parecer favorável.
Barni sustenta que ela preenche o perfil para ser transferida para um Centro de Ressocialização, onde já esteve anteriormente.
No pedido, o defensor diz ainda que a jovem está "sofrendo constrangimento ilegal porque vem sendo mantida em unidade prisional incompatível com sua aptidão."
Na decisão, a juíza salienta que é desfavorável à transferência pois "não há violência ou coação na liberdade de locomoção" da jovem e que o fato dela apresentar bom comportamento, como argumenta a defesa de Suzane, "não lhe confere direito à pretendida transferência, já que para tanto outros requisitos são necessários."
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